Lembram a minha madrinha, o Hélder, a Sofia, a Melinha, como elas todos nós presença assídua lá em casa...
Estas eram só nossas, mantinham-se intactas o ano todo, faziam parte da casa, parte de nós...
Todos os dias as mudavamos de sítio para jantar, para estudar, para lanchar, para conversar, quando nos reuniamos em alta cavaqueira, para ouvir os acordes das novas músicas da Tuna, para fumar um cigarro, para descontrair...
Decoravam a sala, dentro de uma jarra bem no centro da mesa. Não murchavam nunca, tinham umas cores magníficas, eram lindas, e a elas estava associado um segredo...